
segunda-feira, 9 de junho de 2008
segundona

sábado, 7 de junho de 2008
réplica do Prata interpretada pela esperta Franka
franka mente:
vamos aos detalhes. o suposto pijama trata-se - em verdade vos digo - de uma calça de moleton. aliás, americana.
nos pés calçava um elegante "dig", uma espécie de pantufa norueguesa, presente de um
amigo brasileiro que mora em oslo.
portanto, estava nos trinques, com o diria lauro césar muniz.
beijão.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
dentro da viola - (ou as aventuras das irmãs carvalho no festival da mantiqueira - 7)
Ela chegou em grande estilo, como chegam em grande estilo as celebridades nos eventos: de última hora, com entrada rápida e causando furor e murmúrios. Ó, ú, ohhh, hummm. Vestia um bonezinho de couro, ainda é linda-de-morrer e estava acompanhada do Ricelli, de capa-ramfrei-bogar, óculos escuros e chapéu. Ele, o Boto.
A presença da Bruna no festival popularizou a tenda. Ora, para muita gente daquela cidade, infelizmente, um festival de literatura é um festival de um bando de desconhecidos. Como pouca gente conhece os escritores, pouca gente da cidade vai. Mas com a Bruna não. Todo mundo conhece a Bruna Lombardi, e por causa dela a tenda ficou lo-ta-da. Donas de casa. Senhores. Crianças. Um homem, acredito que o dono da padaria da cidade, subiu ao palco e de presente para ela uns doces e pães. E assim o diálogo, que sempre teve como público visitantes interessados em literatura, como eu, ficou cheio de gente que não foi nos outros diálogos.
A Bruna, antes de qualquer coisa, é um ícone. Ela, o bonezinho dela, ela, o Boto de capa e óculos escuros, os dois lindos. Pensa. Antes de qualquer coisa, eles são a imagem deles. Vê-la é como ver a rainha da Inglaterra. Não dá pra fazer julgamento da presença deles ali dizendo que ela "não é escritora" ou coisa semelhante. Óbvio que ela, embora estivesse ali como escritora (meu cunhado, que é intelectualíssimo, fala que ela é muito talentosa, já eu nunca li a Bruna), é uma atriz famosa e chama a atenção. E isso, na minha opinião, foi ótimo. Além disso, ela, conversando com o público é sensacional. Ela fala fácil, simples. Ela é fácil e simples. Os moradores da cidade entendem o que a Bruna fala, e isso é legal, não importa se é pela beleza, se é porque ela é famosa, se é porque chegou em grande estilo. Ela disse frases e trechos que conquistavam qualquer um. Disse que fazer a literatura, para ela, é como colocar um texto que é a sua alma dentro de uma garrafinha e jogar no mar, acreditando que alguém vai pegar a garrafinha, vai ler você e vai te entender. Falou inúmeras vezes que sentia emocionada de estar ali, conversando, quase em rodinha. Até as criancinhas perguntaram coisas para ela.
Olha. Pra mim, a presença da Bruna na composição desse diálogo foi das coisas mais importantes do festival. Escritores em geral ficam sobre plataformas, sempre acima de tudo e de todos, e a idéia da popularização é ótima. Se todos lerem a Bruna, e, por vê-la ao lado do Prata, lerem o Prata, e, por ver o Prata ligado ao Hatoum, lerem o Hatoum, e, ligando o Hatoum ao Mestre Zu (o Nelson Mota chamou o Zuenir Ventura assim), lerem o mestre Zu, o festival terá sentido e vai conseguir levantar a literatura no Brasil. Importante é ler. A Bruna foi o elo, a chave, a ligação. Achei isso super legal. Parabéns à organização do festival. Parabéns ao organizador que colocou o bumbum dele na frente dela nessa foto. Hahaha.

quinta-feira, 5 de junho de 2008
dentro da viola - (ou as aventuras das irmãs carvalho no festival da mantiqueira - 6)
Já que ela me empurrou pro Hatoum, resolvi empurrá-la pra a palestra do Prata, no dia seguinte. O Prata é meu amigo, falei com ele no festival e ele já me publicou diversas vezes, além de me dar a maior força no lado literário. Cara generoso, ele. Mas como eu não sou do tipo que fica pedindo favor pra amigo, peguei senha e entrei na fila pra assistir o Prata. Claro, tava na viola e coisa mais chata é gente que pede favor, eu acho. E com um pouco de esforço, o nosso gargarejo no Prata foi melhor que no Hatoum. Pra que pedir?quarta-feira, 4 de junho de 2008
dentro da viola - (ou as aventuras das irmãs carvalho no festival da mantiqueira - 5)
Palestra do Hatoum. Eu lá (confesso que não sou uma grande fã de palestra, sempre dormi em missa e nunca consegui na vida ouvir tudo que fala um padre, pronto-confessei), com minha irmã-uva-fã-do-cara, sentadinha no gargarejo. Porque claro que se a gente tava lá, era pra ser gargarejão. O Jorge pegou senha boa pra gente, sabe o Jorge, amigo da minha irmã? Grande Jorge, salve Jorge. Sentamos lá na frente. O Hatoum, todo assediado, dava uma entrevista antes de começar a palestra. A Ângela, querendo entender o homem escritor, faz leitura labial. Já eu, faço uns iutubes. Olha ai em cima. Hahaha.
Olha, a vida da gente tem que ter alguma graça, gente. Nem que seja só pra você, sua irmã e sua mãe. Só isso.
No final da palestra, ela me fez ir pra fila de autógrafos. "Ângela, há necessidade?". "Há!!!". Eu também detesto fila de autógrafo, acho que tou atrapalhando o cara, coitado, tem que ficar só escrevendo a noite toda. Mas ela me pede, "fica comigo, poxa...". Eu fico, aliás, lembro que não tenho mais absolutamente nada para fazer. "Mas autógrafo? Você por acaso tem o livro do cara, Ân?". "Tenho, claro", ela responde, animada. Abre a bolsa e saca um livro. "Trouxe aqui o 'dois irmãos', ô Lú!".
Eu tenho uma idéia. "Vamos pedir então pro Hatoum escrever assim: 'para as duas irmãs... blá, blá, blá... dois irmãos!', que acha, Ângela? Duas irmãs..., dois irmãos..., entende?".
Gente, pedimos. Hahaha. Olha:
dentro da viola - (ou as aventuras das irmãs carvalho no festival da mantiqueira - 4)
Chegamos na cidade esbaforidas, depois de passar horas atrás do carro-lesma do Hatoum.
- Agora é rapidinho - falou a Ângela - ahhh, não! A rua tá fechada. Aliás, olha, a cidade tá fechada, Lú. Vamos perder o Hatoum!
- É por causa das celebridades - avaliei.
Foi quando vimos um monte de batedores. Aqueles guardinhas de moto que seguem as celebridades, entendem? Um deles veio até nós.
- Posso ajudar?
- Moço, pelo-amor-de-Deus, como vocês fecham as ruas da cidade assim? A gente quer ir na tenda ver o Hatoum. Mas como? Como?
- Senhoras, sigam-me.
E ele colocou a moto na nossa frente e zuppt, foi abrindo caminho.
- Lú, olha, a gente tem um batedor só nosso! Que incrível! Somos super celebridade! Calma, festival, calma Hatoum que Franka e sua irmã-uva já vão chegar!
E ai está. Um batedor mesmo. Podem conferir nesse sensacional iutube.
hora do intervalo da saga das irmãs carvalho na mantiqueira
terça-feira, 3 de junho de 2008
dentro da viola - (ou as aventuras das irmãs carvalho no festival da mantiqueira - 3)
- Essa pessoa deve estar indo pro Hatoum - ela disse.
- Ratum-ratum... - eu cantei.
- Pode até ser o Hatoum.
- Uau. Verdade. O carro é de São Paulo.
- Será que o Hatoum anda devagar desse jeito, Lúcia?
- Ele escreve devagar, Ângela.
- E olha, o carro é um Focus. Nossa, o Hatoum tem Focus?
- Será ele mesmo?
- Claro que é ele, Lúcia.
A Ângela é, como eu, super otimista.
- Mas que coisa, Hatoum, aaanda! - ela esbravejava, já irritada - aaanda, homem!
- Claro, o cara não precisa de senha.
- Meu Deus, que cara sem foco esse Hatoum do Focus. Lú, será que é ele mesmo?
- Já sei - eu disse - minha amiga mora no prédio dele. Vou mandar um torpedo pra ela e perguntar: "qual o carro do Hatoum?". Que acha?
Sério, mandei o torpedo. E sério, minha amiga respondeu. Não sei se pega bem falar aqui o carro do Hatoum, mas era da mesma cor e parecido.
- Sua amiga pode ter se enganado, Lú. Mulher nunca entende de marca de carro. É ele sim, estou sentindo uma semelhança no modo dele escrever e dirigir. Aaanda Hatoummm!
Bom, chegamos e, embora tivéssemos tentado seguir o Hatoum, o perdemos de vista. E depois da palestra, quando abriram para as perguntas, eu sugeri a Ângela.
- Ân, vamos ir no microfone e perguntar pro Hatoum "qual é seu carro?".
- Lúcia!
- E cantar para ele, posso?
Ratum-ratum, chalalalalalalala, ratum-ratum, chalalalalalalala...
segunda-feira, 2 de junho de 2008
dentro da viola - (ou as aventuras das irmãs carvalho no festival da mantiqueira - 2)

dentro da viola - (ou as aventuras das irmãs carvalho no festival da mantiqueira - 1)

sexta-feira, 30 de maio de 2008
quinta-feira, 29 de maio de 2008
irma e hermana carvalho na festa no céu

Quando eu era pequena, me lembro da minha mãe contar a história da Festa no Céu. Era a história engraçada sobre uma festança nas nuvens, onde obviamente que só deveriam ir os animais que voavam. Na história aparece um sapo malandrão que encasqueta de ir também, e, pelo que me lembro, ele bola um plano secreto onde resolve entrar dentro da viola de um dos músicos-urubus para chegar lá. Eu acho que ele fez certo, esse sapo malandro, porque os organizadores da festa, na historinha, ficavam se exibindo muuuito para os animais-sem-asas, dizendo que a festa ia ser bárbara, que ia ter de tudo, etc. O sapo, claro, vai ficando com a maior vontade de ir, coitado.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
o iutube da escova Oral-B fantasma
terça-feira, 27 de maio de 2008
qual o signo da franka?

segunda-feira, 26 de maio de 2008
gagá de segunda

quarta-feira, 21 de maio de 2008
au vezes au
segunda-feira, 19 de maio de 2008
o fantasma da escova de dente

- Lúcia, lembra daquela minha escova de dente que eu disse que tinha um design que parecia com o seu tênis? - lembrou o Caio, meu cunhado, no sábado passado - aquela, que você até fez um post?
doces!

sexta-feira, 16 de maio de 2008
leilão de mulheres

Quando eu e a Ângela éramos pequenas, minha mãe nos mandava nas férias para o acampamento dos Pumas, em Campos de Jordão. Eu gostava de lá, apesar de achar esquisito ir para aquele lugar onde as pessoas faziam tantos esportes e tantas atividades. Porque eu não fazia, na minha vida normal de criança, tantos esportes e atividades. Porque na minha vida normal de criança, nas férias, eu não fazia nada além de brincar.
Chegávamos lá e recebíamos aquela "grade" imensa de programações. Aulas, campeonatos, festas, regras. Não sei quem inventou, desde aquela época, que nas férias você, criança, precisa de a-ti-vi-da-de. Brincar não basta?
Mas tudo para contar uma coisa que a Ângela lembrou outro dia. Nesse acampamento haviam diversas festas temáticas, e uma delas era uma festa romana. Acho que era romana, não me lembro bem, podia também ser grega. Não importa. Era à noite, depois do jantar, e tínhamos que ir todos vestidos com lençóis. Biquíni, maiô ou short em baixo e lençol em cima. E nessa festa existia uma coisa horrível, gente, acreditem: um leilão de mulheres. Por "lote". Juro. Verdade verdadeira mesmo. Funcionava do seguinte modo: todos os dias depois do jantar os acampantes, meninos e meninas, ganhavam doces. Você podia escolher entre um punhado de balas, dois bom-bons ou um barra de diamante negro, e esse era o dinheiro que era usado no leilão de mulheres - os doces.
Os meninos, desde que chegavam, eram avisados que deveriam "poupar" os doces para o dia do leilão de mulheres, que era quase no final das férias. Alguns deles, interessados em alguma menina, não comiam nada para poder comprá-las, já outros se juntavam para "comprar" mulheres juntos. "Comprar" significava ter a menina (com o "lote" junto) como sua "escrava" durante a festa toda - porém o máximo que as meninas podiam fazer (o pior é que a gente fazia) era dar refrigerante e comida na boca dos meninos. O que, pensando bem, é absolutamente ridículo.
Claro que os lotes eram escolhidos pelos monitores, que colocavam, prudentemente, as meninas mais lindas junto das mais feias, organizando os desejos infantis para que nenhuma menina se sentisse mal - o que sempre ficava óbvio para todos nós. Quando eles, os monitores, viam que um certo "lote" não "vendia", eles mesmos arrematavam, o que também era o fim da picada. Além de ser uma situação humilhante - imagine meninas pequenas em "lote" em cima de uma mesa, enverganhadas, e um bando de meninos gritando - era uma festa bem idiota, que nunca entendi como era permitida.
Eu, que não era nem bonita nem feia, sempre ia parar nos lotes médios, arrematada pelos meninos médios, e nunca sofri com essa festa como algumas meninas que chegavam ao quarto aos prantos. Já a Ângela, uma jet-set famosa do acampamento, que sempre ganhava o troféu de "Garota Puma", tinha muitos fãs. Um deles era incondicional. Era um menino meio gordinho, que hoje é músico e que tem uma banda super famosa, que era a-pai-xo-na-do por ela e não escondia isso de ninguém. Fazia qualquer negócio para comprar a minha irmã, acho que ia ao acampamento só para isso, mas era guloso enunca tinha doces suficientes. Um certo ano ele tomou uma atitude: juntou tudo que podia (coitado, morreu de fome) e conseguiu.
Comprou a Ângela.
E ela, a minha irmã, me conta que no mês passado encontrou esse músico famoso sem querer numa festa. Ele veio comprimentá-la e falaram do acampamento. Foi quando ele olhou para ela, piscou e disse bem baixinho:
- Ângela, lembra que eu te comprei um dia?
quinta-feira, 15 de maio de 2008
médico de abacate?

quarta-feira, 14 de maio de 2008
as pessoas que amassam sanduíches
terça-feira, 13 de maio de 2008
os oclinhos da franka

olha como a moda pega

segunda-feira, 12 de maio de 2008
grape´s sisters

sexta-feira, 9 de maio de 2008
o abesedário do caio

- O ce vose cér fazer oje?
- Cero ir ao sinema.
Não é demaiz falar asim? O Caio é um jênio. Axo ce de agora em diante só vou escrever poste asim.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
escova assassina

A minha amiga Patrícia tinha uma reunião de manhã cedinho. Uma reunião daquelas importantes, onde ela poderia pegar um putis trabalho legal. Foi dormir cedo, acordou cedo, banhão, roupa escolhida, ela resolve arrumar o cabelo e fazer uma maquiagenzinha. Imagem boa nessas horas conta muito.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
a mulher do email errado

claro que a gente sabia

terça-feira, 6 de maio de 2008
secos e molhados na serra


gente, melhor avisar que na foto da vaca não tem fotoshope algum.
(certificado de autenticidade da foto da vaca)
segunda-feira, 5 de maio de 2008
raio é raio
parede de rolha, banheiro branco, man cave, mané
Eu recebo uns emails muito engraçados do meu amigo Mané. Vou começar a postar aqui. Hahaha.Vi seu texto (é texto que se diz?) falando do "man cave" e da coleção de tampinhas de garrafa. Não tenho coleção de tampinhas de garrafa, mas tenho... (é verdade, hein !?)... uma coleção de rolhas.
Cambury, reveillon de 2003/04. Lá tem um restaurante que tem uma parede que é um sanduíche de vidros, com um monte de rolhas entre eles. Me encantei com aquilo. Cismei que, um dia, vou ter uma parede (pode ser de um bar) assim na minha casa. Na noite seguinte, reveillon, aquele povo na areia de Cambury para romper o ano, já voltei prá casa com umas 20 ou 30 rolhas.
Hoje tenho... pasme... mais que 6.600 (ultima contagem em março). Meu man-cave para tal é metade do maleiro do meu armário embutido : 1,50 x 55 x 60 com um vidro servindo de frente, por onde vou abastecendo.
Quando tiver também meu "banheiro branco". Que é isso, Mané?
Explico: por coincidências, nos últimos 30 anos, moro em apartamentos dos anos 70, que vêm com aqueles azulejos horrorosos, "decorados", com muitos marrons, ou azuis & beges. Eu sonho com banheiros brancos, com louça branca. Cozinhas brancas. Dia que tiver um dinheirinho sobrando, chamo o Reinaldo e mando "baixar a picareta". Ano que vem não tem faculdade prá pagar. No que sobrar uma graninha, é azulejo novo até no banheiro de empregada ! Tudo branco!
Um beijo.
Mané"
sexta-feira, 2 de maio de 2008
a bandinha

- Lúcia, eu lembrei de uma coisa.
- Fala, Ângela.
- Da bandinha da nossa escola.
- Nossa, é mesmo. Tinha uma bandinha na nossa escola.
- No dia da pátria a gente dava a volta no quarteirão tocando a bandinha. A escola toda ia, desde os pequenininhos até os maiores.
- É verdade, paravam o trânsito todo na rua Frei Caneca, Ângela.
- Você tocava prato, e eu triângulo. Nunca me conformei com isso, Lúcia. Tocar triângulo era a pior coisa da bandinha.
- Era nada. O pior é tocar côco. Côco nem é instrumento. É côco.
- E você toda exibida lá no prato, Lúcia. Pááá. Pááá. Pááá.
- Era bom nada, o prato era pesado e só entrava de vez em quando. Era pááá... (demorava) pááá... Um tédio tocar prato, Ângela.
- Lembra da música? "Eu te amo meu Brasil, eu te amo..."
- Hahaha.
- A dona Eudóxia fazia a gente tocar o triângulo e fazer um sinal de positivo com o dedão. A gente ia tocando e fazendo positivo. Eu te amo (positivo) meu Brasil (positivo) eu te amo (positivo) meu coração (positivo) é verde (positivo) amarelo (positivo) branco (positivo) azul anil...
- Coisa mais louca, Ângela. Pra que o positivo?
- Acho que era pra marcar o ritmo. Ou não. Vai ver que ela achava que a música combinava com o sinal de positivo. Vai ver que ela queria que a gente mostrasse que amava mesmo o Brasil.
- No prato não dava pra fazer positivo. Pelo menos ninguém me mandou fazer positivo.
- Tá vendo? O prato era melhor. Um instrumento legítimo de banda.
- Era nada. Que tocador de prato famoso você conhece, Ângela?
quinta-feira, 1 de maio de 2008
próxima parada

quarta-feira, 30 de abril de 2008
os colifordis

terça-feira, 29 de abril de 2008
the frankoffice

segunda-feira, 28 de abril de 2008
franka no-ar...

domingo, 27 de abril de 2008
mangas, ual
Nossa prima. A mais linda de todas primas. Foi modelo da revista "Tricô e Crochê" de um ano qualquer quando eu a Ângela éramos meninas. A gente queria muito ser ela. Nada mais nada menos. A gente imitava muito essa prima, inclusive eu ganhava da Ângela porque meu nome tinha a letra "i" e a nossa prima escrevia o nome dela com umas bolinhas no pingo do "i" - o que eu imitava, claro - mas a Ângela não podia colocar. Hahaha.sexta-feira, 25 de abril de 2008
uau, na capa da Folha!

quinta-feira, 24 de abril de 2008
fran-kaninja
Ontem, quando eu vi que tava a maior discussão aqui no blog por causa da Fran-kanova, corri pra casa da minha irmã. 


