quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
franka nas satyrianas 2010
Gente, nesse sábado, dia 27/11, vou apresentar uma peça minha nas Satyrianas: "A Palestra", com Melissa Vaz e José Rodrigues Passarinho, com direção da Lúcia Segall. Será na tenda do Dramamix, esquina da Augusta com Caio Prado. Imperdível, tá super engraçado!
domingo, 21 de novembro de 2010
dica fácil e prática

- Preciso de óculos para tudo - disse meu amigo Edu.
- Eu também - completei - em restaurante eu nem sei o que pedir, não enxergo nada.
- Outro dia - ele contou - fui num restaurante super bacana, comi super bem, bebi um vinho, quando chegou a conta eu não enxergava de jeito nenhum o que estava escrito.
- Pagou sem saber?
- Ah, eu não podia fazer isso. Imagina se a conta tava errada, ou se era caríssima? Fiquei sem graça de chamar o garçon e perguntar "quanto é essa conta?", porque ele podia achar que eu não queria pagar, ou que eu não tinha dinheiro.
- E ai?
- Dai tive uma idéia. Peguei o celular escondidinho, coloquei a conta no colo e "clic", tirei uma foto. Ampliei, ampliei, ampliei e pimba. Enxerguei. Tenho até a foto aqui ainda. Quer ver?
Hahahahaha. E pensar que um dia, anos atrás, questionei a utilidade das cãmeras de celular...
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
legendado, por favor

Eu - Ah, você também colocou uma tv full hd led enorme no seu quarto?
Ele - Puxa, coloquei. Não aguentei de vontade.
Eu - Meu problema é que eu não tinha reparado, mas uma tevezona dessas ilumina muito o quarto. É tipo um projetor na cara.
Ele - Puxa, é verdade. Que coincidência. Minha mulher diz não tá aguentando e fica reclamando.
Eu - Putis, o Zé idem. Ele fala que a tevezona parece um holofote na cara dele quando ele quer dormir.
Ela - Ela me fala a toda hora "ei, dá pra ver um canal mais escuro?".
Eu - O Zé me pede para ver canais com filmes mais... noturnos. Puxa, é igualzinho.
Ele - Ela me diz que quando a gente tinha a nossa de tubo de vinte polegadas ela dormia muito melhor.
Eu - O Zé toda hora fala que vai pegar um colchonete e dormir no closet.
Ele - Ela fala que vai colocar um biombo na cama.
Eu - A minha está a um metro e meio de mim, quando estou deitada.
Ele - A minha também, talvez menos que isso.
Eu - O problema é que agora eu só vejo filme legendado, chega perturbar o outro com a luz, pelo menos eu não perturbo com som. Nada de telejornal, por exemplo.
Ele - Eu não tinha pensado nisso. Vou usar essa defesa com a minha mulher para ela parar de reclamar tanto da tevezona. Filme e canal legendado, é? Nossa que idéia boa.
Eu - É, com luz, mas sem som.
Eu - Putis, o Zé idem. Ele fala que a tevezona parece um holofote na cara dele quando ele quer dormir.
Ela - Ela me fala a toda hora "ei, dá pra ver um canal mais escuro?".
Eu - O Zé me pede para ver canais com filmes mais... noturnos. Puxa, é igualzinho.
Ele - Ela me diz que quando a gente tinha a nossa de tubo de vinte polegadas ela dormia muito melhor.
Eu - O Zé toda hora fala que vai pegar um colchonete e dormir no closet.
Ele - Ela fala que vai colocar um biombo na cama.
Eu - A minha está a um metro e meio de mim, quando estou deitada.
Ele - A minha também, talvez menos que isso.
Eu - O problema é que agora eu só vejo filme legendado, chega perturbar o outro com a luz, pelo menos eu não perturbo com som. Nada de telejornal, por exemplo.
Ele - Eu não tinha pensado nisso. Vou usar essa defesa com a minha mulher para ela parar de reclamar tanto da tevezona. Filme e canal legendado, é? Nossa que idéia boa.
Eu - É, com luz, mas sem som.
Ele - Ei. Será que muitos casais tem esse mesmo problema com as tevezonas no quarto?
domingo, 17 de outubro de 2010
a batatinha está franga

Como enxergo cada vez menos, anda super difícil ler torpedo. Me embaralho toda, e é um saco ter que pegar óculos toda vez. Como tenho preguiça, leio errado os recados, e, pior, escrevo errado. Porque hoje os telefones tem aquele dispositivo que completa as palavras. As vezes é super bom, mas na maioria das vezes o tal dispositivo me faz passar a maior vergonha do universo. Por exemplo, tem minha amiga Francisca. Toda vez que vou escrever o nome dela num torpedo, o meu telefone escreve "Franga". Um saco. Aliás, ele faz isso com "Francisca" e com "Franka", pois meu telefone se recusa a escrever Franka também. Dai, se eu resolvo mandar um torpedo, por exemplo, dizendo "estou com a Francisca no escritório" tenho que tomar o maior cuidado, pois meu telefone escreve "estou com a franga no meu escrivaninha". Hã, Franka, como que é? Hahaha. Fui escrever "Zé, a bateria está fraca", e escrevi "Zé, a batatinha está franga". "A chave do apartamento está com o zelador" vira "a chego do apartar está com o zelo". "Na Consolação, mais quinze minutos e já chego", vira "Na Consolar mais quinta minúcias e já cheiro". Caramba. Bom, como não sei resolver o problema, como as frases geralmente são engraçadas, resolvi colecionar. Hahaha, é só fora, um atrás do outro. Ou "Comoda não sei resolução o provável, comoda as frangas geraldo são enganar, resolução coluna". Bom, deve acontecer com todo mundo, essa coisa de ficar com as batatinhas frangas.
E assistam aqui a primeira parte da minha entrevista do Franka em Cena ("Franga em Cenário"?) com a Elke Maravilha. Super imperdível (Superior impregnou?).
domingo, 10 de outubro de 2010
a descoberta da caipora

A Patrícia Gasppar é minha amiga há alguns anos. E desde que começei a escrever O Crânio, volta e meia ela vem aqui em casa para a gente ler, ensaiar e conversar muito. A minha família toda se acostumou muito com ela, o Zé, os filhos. Normal ver a Patrícia aqui, rir com ela, jantar com ela. E na semana passada, na sexta feira, passou na rádio a entrevista do Franka em Cena que eu fiz com ela. Nunca tenho público dos filhos em casa, na sala, nos dias dos meus programas de rádio, mas como era a Patrícia na sexta passada, todo mundo ficou ouvindo. Até que num certo momento da entrevista eu comento com ela sobre a participação dela no Castelo Rátimbum, onde ela fazia o papel da Caipora, e ela passa a falar da personagem dela. O Chico dá um pulo do sofá.
- Caipora?
- Que, filho?
- Cê tá brincando comigo.
- Brincando o quê, Chico?
- Hã, como? - diz a Luciana - a Patrícia, a sua Patrícia, a nossa Patrícia é a... Caipora?
- Não é possível! - todos exclamaram, e começaram a dançar feito loucos na sala, emitindo sons, imitando a Caipora, rindo muito e repetindo "Patrícia, Caipora? Caipora?".- Caipora?
- Que, filho?
- Cê tá brincando comigo.
- Brincando o quê, Chico?
- Hã, como? - diz a Luciana - a Patrícia, a sua Patrícia, a nossa Patrícia é a... Caipora?
Hahaha. Nossa, subitamente a Patrícia ficou muito, mas muito famosa naquela turma de jovens de dezesseis a vinte anos, que passaram a infância assistindo ao Castelo Rátimbum. Uma verdadeira celebridade. Ontem a namorada do Chico veio aqui. Ele contou para ela, animado.
- Jura? - ela disse - Nossa, vou querer um autógrafo, será que ela me dá?
sábado, 9 de outubro de 2010
eleições em família

Tá quente a coisa aqui em casa por causa das eleições. O Zé vota no Serra, acredita no Serra, faz campanha pro Serra. O Chico e o João, respectivamente o filho mais velho e o mais novo, votam na Dilma, acreditam na Dilma, fazem campanha pra Dilma. A Luciana, a filha do meio, disse que tem o direito de permanecer calada pois o voto é secreto. A Maria, a nossa empregada governanta, é do PT e adora o PT. E eu? "Eu só falo na presença de um advogado", eu disse. "Eu faço direito, mãe, serei seu advogado", falou o Chico. Hahaha.
Nunca gostei de política e não gosto do modo como as pessoas discutem política. Eu confundo aquela inflamação com briga, discussões políticas soam mal nos meus ouvidos. Mas tem uma coisa que confesso: eu não gosto do Serra. Eu meio que implico com o jeito dele, e desde o começo sabia que não ia votar nele. E só isso.
No dia da eleição, os filhos na maior campanha. Cheios de adesivos de Dilma, Mercadante, PT. Como não existem camisetas de candidatos, o Chico e o João pintaram a cara da Dilma em umas camisetas. Lembra bem a Dilma, a pintura deles, mas também ficou meio parecida com a minha mãe, a d. Hebe. "Eu pareço a Dilma, gente?", ela reclamou. O João foi votar comigo no colégio São Luís, e pra provocar, já que não pode fazer boca de urna, ficou o tempo todo pelos corredores assoviando a musiquinha do Netinho. Depois ele e o irmão foram votar cheios de bandeiras do Mercadante, umas enormes, empanturrados de adesivos nas camisetas pintadas da Dilma. Tentei impedir, alegando que eles podiam ser presos. "Manifestações individuais são permitidas, mãe", explicou o Chico. O Zé foi ficando preocupado. Ele super do Serra e os filhos naquela campanhaiada pro PT. Resolveu que tinha que tomar uma atitude, e rápido. A gente mora do lado do Colégio Santa Cruz, onde votam o Serra e mais um monte de tucanos. Ouvimos uma buzinação. O Serra tava chegando pra votar, claro. O Zé não aguentou. Hahaha. Saiu correndo e foi pro Santa, e lá, deu de cara com todos: Serra, Alckmin, Anibal, Montoro, a tucanaiada toda. Nossa, ficou no céu. Tirou foto com todo mundo, e chegou em casa super exibido. Rindo sozinho. Colocou tudo no facebook dele, criou a maior polêmica. Os meninos foram ver o resultado em comitês junto com amigos. O Zé ficou aqui em casa comigo grudado na TV. Veio o resultado, e a briga continua aqui em casa. E eu? Puxa, acho que não quero colocar aqui, imagina se sei discutir política. Só digo que agradei uma parte da família.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
mudos na sala

Esse programa do post dai de baixo foi o "Franka em Cena II", onde entrevistei a atriz Gabriela Alves, que passou ontem, sexta. Mas o mais divertido também foi que ontem, no Audiopapo - meu programa é no intervalo do Audiopapo, entre o primeiro e o segundo bloco do programa do Fábio Rubira - ontem teve uma entrevista do Fábio com o Zé, o meu Zé marido, então eu e meu programa ficamos encurralados entre o primeiro e segundo blocos do Audiopapo com o Fábio e com o Zé. O Zé foi falar sobre um projeto que fez para o parque tecnológico do Jaguaré, ali do lado da USP. E foi hilária a situação da gente ouvindo ao vivo. Imaginem eu e o Zé na sala da nossa casa, olhando um pra cara do outro (porque é rádio, não tem imagem), e umas vozes no fundo. Essas vozes eram minha e dele. Ele falava, falava, depois eu vinha e falava, falava, depois ele de novo, mas nós dois não estávamos conversando, e sim nos ouvindo, mudos, sem abrir a boca. Foi uma putis coisa engraçada. Hahaha.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
roubei o post do careca, hehehe!

Hahaha, roubei o post do Careca! Ele voltou, e escreveu um post engraçado falando de entrevistas e eu não aguentei! Aliás, aidéia do Careca é sensacional, fiquei com a maior coceira... acho que vou pensar no assunto.
.
"Eu vivo deixando comentário no blog da Franka, o Frankamente. E agora que ela começou um programa de entrevistas na Rádio USP eu comentei que ela poderia inovar e lançar um programa de entrevistas às avessas. Eu sou um comentarista de blog bem metido a besta. E foi com a maior empáfia que eu escrevi o meu comentário, depois que me deu um estalo. Ao invés de ser a entrevistadora de sempre com suas perguntas, eu sugeri para a Franka ser a entrevistada de sempre no seu próprio programa. E disse que ela deveria convidar os famosos que ela conhece. E todos eles e elas entrevistariam a Franka.
A Franka conhece um monte de gente famosa. Eu sei porque vivo lendo o blog dela. Por lá já desfilaram o Antônio Fagundes, a Irene Ravache, o Mário Prata, o Niltinho Bicudo, e também o ... bom, sei lá, minha memória é horrível, mas ela vive lendo peça de teatro e sendo lida por um monte de artista de novela, de teatro e de TV, só gente da elite do jet-set multimilionário da Avenida Paulista e adjacências.
Depois fiquei pensando que talvez fosse interessante se a Franka também fosse entrevistada por pessoas não-muito-famosas. Sim, porque o número de pessoas famosas é bem escasso, e num instante todos os famosos-mega-fabulosos já terão entrevistado a Franka e sobrariam somente os famosos-meio-xumbregas, aqueles caras que a gente vê na rua e não se anima a pedir autógrafo. Esses xumbreguinhas são mais numerosos, mas o programa de rádio da Franka, tenho certeza, vai virar rapidamente uma coqueluche e num instante esses caras também já se esgotarão. Sobrariam quem? Quem? Os famosos-com-cara-de-pidão. Todo mundo já viu no aeroporto, no shopping, na praia ou naquele hotel em que entrou para descolar um café de graça. Esses pidõezinhos são bem ruins para fazer perguntas e meio chatos, mas fazer o quê? Não é todo dia que um famoso-mega-fabuloso surge por aí, né?
Então. Aí quando acabasse o estoque de pidõezinhos, quem sobraria? Quem? Quem? Os não-famosos, é lógico. Os seres humildes e modestos, como eu, que optaram voluntariamente por fazer parte da humanidade que vaia e critica, mas que também aplaude, apupa e tieta.
Nessa hora, no final da fila, lá estaria o Careca, com as perguntas anotadas para entrevistar a Franka. E na minha vez, eu sei, eu sei, eu sei, eu teria que fazer um esforço gigantesco para controlar os meus instintos mais elementares. Eu ficaria remoendo e me contorcendo para não mandar um beijo pra você, Franka, e outro pro papai e pra mamãe. Hellooooo!"
domingo, 12 de setembro de 2010
"franka em cena", o programa de estréia!
Porque eu sumi? Ora, por causa do novo programa de rádio. Olha (ou melhor, ouve) aqui o programa de estréia do Franka em Cena, onde eu entrevisto o Niltinho Bicudo. Hahaha, olha que demais. Será que dou pra coisa?
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
franka também é retrô

Hahaha. Recebi um comentário muito divertido do Marcos Dhotta, podem conferir nos comentários do post anterior. Ele se pergunta como só leu o "frankamente..." agora, depois de seis anos, fala que eu sou mega-moderna-descolada e ele retrô. Hahaha. Fui atrás dele no google e achei o sensacional blog dele: "carissimas catrevagens". Que divertiiiido, mais divertido ainda é achar blogueiros, porque hoje em dia todo mundo é só facebuqueiro. Dai eu me lembrei de uma coisa. Quando minha avó Adelaide morreu, herdei dela um armário de revistas femininas antigas, que ela adorava e guardava. Tive até que comprar um móvel para guardar aquelas raridades incríveis. São muito engraçadas as revistas, porque além das matérias, as propagandas daquela época eram muito, mas muito diferentes das propagandas de agora. Um dia tive paciência, escaneei um monte de coisas e guardei numa daquelas pastas do computador que a gente quase perde para sempre. Fuxiquei, tive um pouco de trabalho, mas achei as imagens ontem. Olha essa propaganda das blusas de Ban-Lon que demais. Acho que Ban-Lon é um tecido que, provavelmente, entrou em extinção. Provavelmente hoje é proibido, deve dar alguma doença, ou até emitir radiação, porque simplesmente sumiu do mercado. O Marcos deve saber algo sobre isso. Mas Ban-Lon devia ser incrível para o clima de praia, pois a propaganda mostra duas mocinhas super felizes e fresquinhas na beira do mar, e olha o detalhe: pra mostrar o quando o tecido é bom, uma delas segura um barquinho de papel bem na linha do horizonte. Hahaha. Como naquela época não tinha fotoshop, imagina quantas fotos que essas moças tiraram na praia pra conseguir a foto perfeita. Aqui vai um momento frankamente retrô pro Marcos. Ô Marcos, vamos trocar figurinhas, com certeza.
domingo, 29 de agosto de 2010
pensando sobre o que é entrevistar

Eu fico inventando moda, e algumas modas sem querer dão certo. Depois da entrevista com o Prata, que tá ai do lado, mexi aqui e ali, o pessoal da Rádio me incentivou, e perguntei para o pessoal do "Letras em Cena" se eles não queriam fazer uma parceria comigo pra fazer um programa de entrevistas de teatro pra Rádio USP. Dai nasceu o "Franka em Cena", hahaha, um novo programa meu, onde eu, e o pessoal do Letras em Cena entrevistamos toda semana um ator, diretor ou autor de teatro. Gente-as-coisas-que-eu-me-meto. Gente-Fábio-da-Rádio-USP-obrigada. O interessante nessa história toda é que passei a pensar sobre o que é fazer uma entrevista. Nunca tinha me passado pela cabeça na vida entrevistar alguém, afinal vivo de obras, de escrever. E entrevistar não é mole. Primeiro que depende de você que a pessoa fique a vontade. Muita gente fica atrapalhadíssima diante de um microfone. Eu sei, já fiquei. E gente travada não fala. E você tem que fazer pergunta de bola de squash, que pá, volta rapidinho, e nunca de bola de meia, que volta toda chocha. Depois você tem que perguntar coisas que a pessoa goste de responder, senão não tem entrevista. O assunto é teatro, mas será que posso perguntar coisas meio paralelas? "Você decora os textos se olhando no espelho? Qual o melhor camarim da cidade? Qual o maior fora que você já deu no palco?". Talvez seja bom eu não ser muito séria. Talvez o melhor seja ser apenas a Franka Entrevistadora, e fazer minhas perguntas à la "frankamente...". O programa de estréia eu já gravei, vai ao ar dia 10/09, na Rádio USP, Programa Áudio Papo, às nove horas, eu acho - a confirmar, eu aviso aqui e no Facebook. Gaguejei um pouco, tropecei nas palavras, falei bobagens mas acho que ficou divertido. Hahaha. Franka em Cena. Não percam.
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