
terça-feira, 11 de setembro de 2007
planta-perigo

domingo, 9 de setembro de 2007
ixi, franka deu um putis fora

sexta-feira, 7 de setembro de 2007
ivam e o sexo oral
Eu tava nos Sátyros outro dia conversando com o Ivam Cabral, meu amigo, de quem sou discípula. Ele, de novo, o Ivam... Ele é sempre super assediado, conhece Deuseomundo e fala com Deuseomundo. No meio da nossa conversa passou uma moça, acho que atriz do grupo dele, e disse algo assim, rapidinho: "Ivam, tou indo embora, a gente se vê amanhã. Não esquece que temos aquela reunião e que precisamos urgente falar de sexo oral. Um beijo e tchau". E saiu andando pela calçada, toda pirilampa. Como se fosse a coisa mais normal do mundo declarar um assunto desses diante de uma mesa cheia de gente. Olha. Eu esqueci completamente o que eu tava falando e olhei para o Ivam: "Ivam, dálicença, mas acho que nunca ninguém precisou falar urgente de sexo oral comigo, pô. Que coisa mais chique, mais moderna. Você é realmente um cara além do seu tempo, estou me sentindo uma freirinha. Como assim? Explica!". Ele riu, disfarçou que eu percebi, mas não me explicou porque tinha que falar de sexo oral com a atriz. Olha, ou é um segredo profissional ligado à algum espetáculo ou talvez um hábito dos atores da Roosevelt, vai saber. E, provavelmente para me despistar ele contou essa história (ótima, por sinal, perdoem minhas gargalhadas no meio do filme) ai acima, essa que eu fiz o iutube, falando desse assunto. Mas não sei não... Alguém vai ter que me explicar porque eles tinham que falar de sexo oral na tal reunião. Pô, eu também quero ser moderna. Eu também quero que alguém precise urgente falar de sexo oral comigo. Poxa. Hahaha. Chega de ser a Irmã Franka.
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
o dia que não existe

quarta-feira, 5 de setembro de 2007
um puta momento
Gente, o meu amigo Ivam Cabral está concorrendo ao maior prêmio de cultura do país. Prêmio master-prime-blaster-mega-super-hiper Bravo. Olha aí que demais. E eu filmei esse puta momento. Tou torcendo por eles, fiz um iutube especial só pra isso. Ivam, Cleo, Satyros todos, tô torcendo muuuito por vocês. Do fundo do meu coração também.
terça-feira, 4 de setembro de 2007
palavras de desordem
Foi outro dia, quando assistia um jornal de notícias na tv que o Zé errou. O Romário apareceu e ele fez um comentário.
- "Xô à amamentação!".
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
maratona de filmes
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
ueba, a franka na revista morar, da Folha de São Paulo

Chegamos, ela estava sozinha com as crianças. “Entrem, sentem. O Reinaldo ainda não chegou. Sabe, o trânsito”, ela explicou sem graça, olhando eu e meu sócio com o projeto nas mãos.
Os filhos pequenos rodam pela sala. “Não reparem na bagunça. Estou curiosa. A casa está bonita?”. Eu sorrio sem graça. O resultado de uma reunião de projeto é sempre imprevisível.
“Gabriela, esse papel é da titia, não mexe. Lucas, pára de pular. Olha, quando o Reinaldo chegar eu vou colocá-los na cama”, explica, desculpando-se.
O homem engravatado chega e cumprimenta sem ânimo. “Ah, como vão...”. Provavelmente esqueceu da reunião. “Querido, você não quer ir com eles para a sala de jantar?”.
Entramos no local vazio e ele avisa que vai buscar uma bebida. Adiantamo-nos e abrimos os desenhos sobre a mesa. Ele volta com uísque, recusamos. Tentamos começar a reunião sem a mulher, ele discorda. “Conheço a Vaninha, ela vai ficar brava, vamos esperar”.
Depois de uns minutos ela chega cheia de revistas. Dá uma risadinha. “Hihihi. Umas idéias que eu tive”. Reinaldo olha torto. Eu me adianto, salvando-a. “Isso é ótimo. Dá para sentir o clima que você quer na casa”.
Enquanto explicamos o projeto, Vaninha olha a planta e pergunta onde fica a rua. Reinaldo retruca, bravo, ela deveria prestar mais atenção. “Aqui, Vaninha. Se aqui é a garagem, aqui é a rua”. Vaninha fica sem graça, disfarça. Pergunta qual é o quarto de cada filho. “Tanto faz”, explico, “são iguaizinhos”. “O do Lucas precisa de sol, ele trem bronquite”. Esclareço que os dois dormitórios estão virados para a mesma face e os dois recebem sol.
O homem quer saber qual a área da construção, a Vaninha interrompe. “A cozinha não está pequena?”. Meu sócio percebe que ela não tem idéia do que é pequeno ou grande, não entende planta baixa, aliás, ainda não entendeu onde está a rua. Falamos a área, o Reinaldo coça a cabeça. “Pois é, conversei com um amigo que acabou de construir, pensei em menos área, o metro quadrado é muito caro”.
“Bom”, explica meu sócio, “vocês pediram quatro suítes, home theather, family room...”. O Reinaldo me olha. “Então vamos tirar uma das suítes”. A esposa fica indignada. “Mas a mamãe vem todo mês, aonde ela vai ficar, querido?”. “Ora, ela dorme com a Gabi”, ele desconversa. Vaninha fica ressentida e segura a raiva num suspiro profundo. Fingimos que está tudo bem e continuamos. “Cadê o telhado?”, a Vaninha pergunta, olhando as fachadas. Antes de respondermos somos interrompidos por Reinaldo, que declara quer mudar o projeto. “Três suítes e um quarto de empregada só”, decide. Vaninha fica irritadíssima. “Como assim? Um quarto de empregada só? E onde a babá vai dormir, Reinaldo?”. “No mesmo quarto que a outra empregada, Vânia”. “Mas eu já disse para elas que...”. Reinaldo bufa. “Você desdiz, Vaninha, porque eu não vou construir uma mansão desse tamanho para satisfazer tuas empregadas, ora”. A mulher se aborrece. “Reinaldo, temos que conversar”. Ele se levanta para pegar mais uísque. “Você sabe quanto custa uma obra, Vaninha?”, ele fala, olhando para o meu sócio, procurando um cúmplice.
Ele analisa o projeto de novo. “As crianças terão um único banheiro”. Vânia se assusta. “As crianças tem que dividir o banheiro, mas você quer um só teu, né?”. Ele olha com autoridade. “Eu que pago as contas aqui, não posso nem ter um banheiro meu?”. Explicamos que, nesse caso, precisaremos fazer um outro projeto, afinal teremos que tirar uma suíte, um banheiro, a sala íntima e um quarto de empregada. “Ah, e não esqueçam de aumentar a cozinha”, ela pede. “Chega, Vaninha”, fala o Reinaldo, “a cozinha está ótima”.
Levantamos para sair, a Vaninha ainda olha os desenhos tentando achar a rua, cozinha, o telhado. Está nervosa. “Olha, Reinaldo, se é para diminuir tanto eu prefiro nem construir. Morar num cubículo, Deus me livre”. “Vaninha, falamos depois”, ele resolve, nos encaminhando para a porta. Vaninha se despede com um sorriso amarelo, o marido dá tchau, a porta de fecha.
E provavelmente é naquele momento que começa a briga.
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
conjunções familiares

- Hã, filho?
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
pizza erótica
bloguê, bloguê, bloguê
domingo, 26 de agosto de 2007
mário na terceira idade

sábado, 25 de agosto de 2007
os caras que não vem

- Oi. Vocês gostam de vinho?
- Como?
- Vocês gostam de vinho?
Eu fiquei calada. Minha amiga respondeu.
- Claro. Porque?
A morena virou-se, foi até a mesa dela e trouxe uma garrafa. Quase cheia.
- Olha, eu estava tomando... mas acho que vou embora... e eu... eu queria dar essa garrafa para alguém tomar. Para alguém aproveitar. Querem ficar com ela?
Não houve sequer tempo para convidarmos a moça para sentar conosco. Ela rapidamente pegou a bolsa, um livro e saiu.
Ficamos com a garrafa cheinha na frente, embrulhada com aqueles guardanapos tipo roupinha. Um super vinho bom. Pedimos copos. A minha amiga me olhou.
- Nossa. Que acha?
- Acho que o cara não veio, ora.
- Puxa. É. Tá na cara. Ela ficou esperando, esperando e o cara não veio.
- Uma moça linda dessa e o cara não vem - eu considerei.
- Uma moça generosa dessa e o cara não vem - ela completou.
- Uma moça decidida dessa e o cara não vem.
- Uma moça sozinha no bar e o cara não vem.
- A vida é meio assim - eu disse - às vezes os caras simplesmente não vem.
- E a gente tem que se livrar do vinho que ia tomar com eles. Apenas isso. Se livrar do vinho.
- Sem drama.
- Mulher genial - ela concluiu - Temos que aprender com ela.
- Vamos brindar à ela então - eu disse, fazendo tim tim.
- Isso. Vamos brindá-la e não vamos brindar o cara que não vem.
- Um cara que não vem não merece um brinde.
- Burro.
- Burro.
- Tim tim.
- Tim tim.
Apenas isso.
E olhem que genial a tira do Charlie Brown hoje do Estadão. Tá na cara que a minha xará Lucy é uma verdadeira fêmea da espécie Franka. Ela não cumprimenta cachorro. sexta-feira, 24 de agosto de 2007
a franka e a baleia

quarta-feira, 22 de agosto de 2007
franka, primata
terça-feira, 21 de agosto de 2007
o território da baleia

quinta-feira, 16 de agosto de 2007
puta homenagem

quarta-feira, 15 de agosto de 2007
a perna

Gente, não sei como alguém inventa um termo tão feio e inadequado. Pois estava falando no MSN com a secretária, e (aiii...) escrevi o seguinte para ela:
- Ana, e não se esqueça que a arquiteta tem uma perna em aberto.
Que vergonha. Póde?
terça-feira, 14 de agosto de 2007
boinc, boinc, boinc, chuááá...
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No começo todo mundo foi terminantemente contra. "Como assim, Lú?", perguntou o Zé, pasmo. "Você está dizendo que quer acabar com o nosso gramado do jardim de trás para fazer uma quadra pra o João jogar basquete? Tá louca?". "É exatamente isso", decidi, usando minha autoridade de mãe e certeza que era o melhor a fazer.
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
fazendo anexos

quarta-feira, 8 de agosto de 2007
ainda com problemas
terça-feira, 7 de agosto de 2007
que droga

sábado, 4 de agosto de 2007
nossa, consegui?
Fiquei 4 dias sem conseguir entrar aqui no "frankamente...". Aliás, ainda não sei como entrei. Desde terça feira que tento acessar o "frankamente..." e não consigo, dizem que a página não existe. Aliás, qualquer blog da blogspot ficou inacessível para mim desde terça. Achei que o problema era só meu, mas o Peri me mandou um email dizendo que também ficou travado no limbo. Na sexta, desisti, conclui que tinha morrido e assumi meu perfil de alma-penada-bloguística. Hoje, não tenho idéia como, consegui chegar na página de postagem por outro caminho. Posso falar de novo. Ueba. Mas ainda não consigo ver a minha página e nem responder comentários. Super esquisito. Alguém tem idéia do que ocorre?terça-feira, 31 de julho de 2007
a quem possa interessar

Hã?
Fui para o Rio hoje, airbus-congonhas-pistona, o aeroporto vazio, vôo saiu na hora, nenhuma fila no embarque, avião com poucos passageiros. Voltei agora pouco, Santos Dumont vazio, nenhuma fila de embarque, avião saiu na hora e vazio também, chegou na hora exata, airbus-congonhas-pistona, um monte de táxis dando sopa, cheguei em casa rapidinho.
Quéisso?
domingo, 29 de julho de 2007
matando a charada
Pronto, e ai está a solução da charada de quinta feira. Franka Produções Tréches editou o iutube para desvendar o enigma, basta assistir. Frankamente..., viu.
quinta-feira, 26 de julho de 2007
os mistérios da quinta feira
Franka zanza muito por ai encontrando blogueiros tarjados. Vamos ver quem descobre, nesse sensacional iutube que eu produzi, que com quem Franka se encontrou. Uma dessas pessoas sou eu. E a outra, quem é? Tcham tcham tcham tcham. O mistério da quinta feira 26. Aliás, "os" mistérios da quinta feira. Porque tem outro mistério bloguístico nesse iutube, hehehe...
quarta-feira, 25 de julho de 2007
o blutufi
terça-feira, 24 de julho de 2007
franúrsula andress


segunda-feira, 23 de julho de 2007
fran flamba e franka fica fã de flambagens
Antes que me dê um crepúsculo e que eu não consiga mais postar hoje (uma pessoa com crepúsculo não deve postar pois a chance de fazer um post-ridículo é enorme), resolvi considerar sobre essa ação esdrúxula que é "flambar" alimentos. Sim, de novo vou falar das minhas amigas Sílvia e Fran. A Sílvia entende pra burro de cozinha, e vive se "gambando" disso pra cá e pra lá. Com toda razão, ela faz coisas deliciosas, sempre com a maior animação. Quando uma pessoa explica com fervor o "porquê" de uma comida para você, sempre esse comida tem um gosto muito especial. Principalmente se for bem feita. A Sílvia é assim. Ela explica a comida que ela faz. O máximo.domingo, 22 de julho de 2007
crepúsculo e cerveja
sábado, 21 de julho de 2007
franka e o fagundes

Foi quando notamos que eu e ele temos, nos vôos, um pensamento parecido. Tanto eu como ele pensamos em coisas ruins, mas olhamos para os lados e pensamos que é meio impossível que a coisa ruim que a gente pensa sirvam também para os outros. "Olha", eu disse, "o que me impressiona é que as pessoas que morreram, se eu olhasse e estivessem no mesmo avião que eu, eu pensaria que é impossível que acontecesse algo com elas", eu disse. "Nossa...", ele comentou, "eu também! Eu vejo uma mãe com criancinhas e penso que se estou com eles estou seguro, vejo famílias e penso que estou seguro, vejo políticos e penso: esse cara, importante desse modo, jamais esse cara vai morrer". Eu continuei: "um dia viajei com o Fagundes, e me senti super segura, imagina se ia acontecer alguma coisa com o Fagundes. Mas depois desse acidente eu não posso mais pensar nisso, pois morreram pessoas com jeito de muito inocentes".
sexta-feira, 20 de julho de 2007
o telefoninho

quarta-feira, 18 de julho de 2007
agora eu adoro ônibus
terça-feira, 17 de julho de 2007
três mulheres

- Porque será ela dá essa impressão? - perguntei - será o modo de andar?
segunda-feira, 16 de julho de 2007
liberdade, alforria, emancipação

sexta-feira, 13 de julho de 2007
totentano
quarta-feira, 11 de julho de 2007
franka amarrada com nó de marinheiro

terça-feira, 10 de julho de 2007
"A" flip é pra comer

quinta-feira, 5 de julho de 2007
pizza panqueca

quarta-feira, 4 de julho de 2007
um post para o Alberto Guzik
Anos atrás, sábado à tarde. Chega a Sílvia, minha melhor-amiga, para tomar um café. "Trouxe uma coisa para você", ela me diz, colocando um livro na minha mão. "É um livro que eu acabei de ler e adorei. Leia você agora".
Uns meses atrás, percebi sem querer que o autor desse livro tinha um blog. Nossa, que máximo, pensei. Corri lá e achei a mesma voz que tanto me encantou no tal livro. Muitos posts, ele realmente é como eu e adora escrever. Li diversos textos e posts, e, quando olho para o lado, quase dei um berro. Gente do céu. Estava escrito "frankamente..." na lista dos blogs linkados! Sério! O cara tinha me linkado! Ou seja, não fui só eu que gostei da escrita dele. Ele também gostou da minha. Sei lá como me achou, gente, quem falou de mim para ele? Coisas de astros, só pode ser isso. Ou apenas a prova de que a empatia da pontuação e da forma de escrever existe mesmo. Demais de novo. Meu coração bateu emocionado. Tum tum tum. Hahaha.
Óbvio que ficamos amigos, comentarinhos aqui e ali, troca de e-mails, e, o máximo, na segunda feira passada me vi num café no final da tarde esperando por ele, o escritor, atualmente também ator e meu novo amigo Alberto Guzik. Confesso que, sentada ali na cadeirinha e tendo chegado meia hora antes de medo de atrasar (é um putz problema, como sou a maior atrasada do mundo, ou chego horas depois ou horas antes, de medo de chegar horas depois), tive vontade de rir dessa coisa que é conhecer alguém "pela internet". Dá um pouco de vergonha a coisa de se falar "pela internet" e depois ir conhecer a pessoa ao vivo, assim, tipo hora marcada. "Estarei no café as seis, de blusa preta, tenho cabelo liso, tenho cara normal". Meio constrangedor, mas fazer o quê? Morro de vontade de mentir: "olha, sou loira, 19 anos, meio gordinha e estarei de vestido vermelho de bolinhas". Mas eu não ia perder nunca a chance de conhecer o Alberto, de quem fiquei fã, um cara que parecia tão bacana. E sem mentiras. Ele chegou sorrindo, falamos pra burro, nos divertimos muito juntos, e claro, constatamos que somos amigos mesmo. Agora ao vivo e a cores. E para a minha felicidade, acabei a noite com um romance dele nas mãos com uma dedicatória. Linda.
terça-feira, 3 de julho de 2007
ai, carro fantasma?
Ela quis que quis ir fazer um intercâmbio e estudar inglês em Londres durante um mês. Lá foi, a minha filha, na semana passada, eu aqui morrendo de saudade. Antes de viajar, mil recomendações. Cuidado com isso, cuidado com aquilo, juízo, fica atenta, você só tem 16 anos, olhalá. "E não esquece uma coisa", comentou um amigo meu à ela, "em Londres as mãos das ruas são ao contrário, portanto na hora de atravessar você tem que olhar antes para a direita e depois para a esquerda, o contrário do que faz aqui no Brasil". Nossa, e eu não tinha pensado nisso.
Ela me ligou ontem.
"Filha, e o negócio da rua ao contrário, já acostumou? Não vá se distrair, peloamordeDeus, hein?".
Ela deu uma risadinha.
"Mãe, a rua a gente aprende rapidinho, fica fria. O esquisito é olhar aquele monte de carro sem motorista. Isso sim dá o maior susto".
Hahaha. Engraçado mesmo.
segunda-feira, 2 de julho de 2007
entendi tudo






