quarta-feira, 31 de outubro de 2007
a anlene!
terça-feira, 30 de outubro de 2007
tudo travando
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
galeria da festinha da franka
franka e a super hiper banqueteira carol, sem ela minha festa nunca daria certo
franka revela a verdadeira identidade do seu zé
blogueiros e simpatizantes em foto montagem: edu, franka, marcio, silvia bê, fran, rogério, pecus e anna
guga, franka e bê
juca e o ator zé trassi, jogando um "21" antes da apresentação da peça da lúcia no quintal da minha casa, a "21", que teve uma apresentação a uma da manhã durante a festa (em breve iutube!)
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
coluna! coluna! coluna!
Ieba, mais uma coluna da Franka na Revista Morar da Folha de São Paulo. "Invasão de domicílio". Bom, pra quem quiser adivinhar, o "Marquinhos" citado na crônica vive aqui no blog. E desta vez faço dobradinha com o Jayme, do Dito Assim, que escreve na página 50: "Olhar a cidade". Tão vendo? Blogueiros em ação. E amanhã é aniversário da Lúcia Carvalho. Que post a Franka colocará para ela?quinta-feira, 25 de outubro de 2007
o enigmático sr. "peixoto"
- Isso vai pro blog?
Respondi que nunca sem autorização, nunca explicitamente para ferir ou colocar ninguém em situação embaraçosa. Aliás, expliquei que todo mundo que entra aqui no "frankamente..." nada mais é que personagem da minha imaginação, personagem da vida da Franka, essa mulher casada com o Zé, com três filhos e uma vida meio atrapalhada. Personagens, apenas personagens com papéis dentro das tramas que eu crio. Mais uma vez insisto que a Franka mente. Só um pouquinho, mas mente.
- Ah. Eu também quero um apelido. Só vocês que tem? – reclamou Fran.
Eu e Bê olhamos para ela e balançamos a cabeça.
- Você já temum apelido. Podemos usar? - eu e Bê perguntamos - Teu apelido é Drake, sempre foi Drake.
- Ótimo – ela concordou – Isso vai pro blog, Lúcia?
Hahahah.
Assim, durante a viagem, depois de diversas tentativas para achar um nome e embalados pelo vinho que ele carinhosamente nos ofereceu, resolvemos que o nosso amigo teria o apelido de "Peixoto". E resolvemos também que ele teria que se manter completamente incógnito para que o seu personagem fosse interessante. Quem seria esse sr. Peixoto, esse estranho amigo de Franka, Bê e Drake? Seria ele apenas um amigo imaginário dessas três mulheres esquisitas que largam a família aqui em São Paulo para falar bobagens e rir de qualquer coisa?
Quando voltamos para São Paulo, eu cheia de fotos e assuntos, liguei para elas.
- Bê, Drake, será que posso colocar as fotos do sr. Peixoto no blog? Eu coloco tarja nele e...
Ficamos na dúvida. Será que ele se importaria? Foi quando eu tive a idéia.
- Meninas, já sei. Vamos colocar as fotos dele no blog junto conosco. Mas vamos tirá-lo das fotos.
- Ah, não vai ter graça nenhuma – elas reclamaram.
Foi quando eu fiz essas fotos abaixo. Acho que assim o sr. Peixoto não vai se incomodar. Afinal, ele não está nas fotos. Mandei para elas e para ele.
- Ai. Isso vai pro blog, Lúcia?
Ora. Claro que vai.
Hahaha.
drake desafia sr. peixoto na pedra na beira do abismo - obs.: drake venceu, obviamente
drake, peixoto, bê e franka antes do jantar - noto que foi necessária uma tarja na barriga indecente de franka
bê, drake, franka e sr. peixoto na escadinha da casa
obs.: mudei no fotoxópe o tamanho do sr. peixoto para disfarçar, ele é bem menor que nós de altura
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
calúnia! mentira!

terça-feira, 23 de outubro de 2007
EU ganhei

segunda-feira, 22 de outubro de 2007
luta de blogs

sexta-feira, 19 de outubro de 2007
fire!

- Mãe, eu já te contei que o poodle da minha amiga pegou fogo?
Hahaha.
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
o escadão do Dramamix (bastidores das Satyrianas I)
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
lançamento de livro com franka dentro
A Ivana me chamou pra participar no ano passado. Ela resolveu fazer um livro muito engraçado, um livro de auto-ajuda. Convidou um monte de escritores conhecidos dela pra cada um escrever um tipo de auto-ajuda (será que ainda tem hífen?). Eu tentei mudar de assunto, juro que escatologia não é comigo, mas fazer o quê. Depois de quebrar a minha cabeça pra arrumar um tema para a minha crônica que contribuiria para o livro, sentei na mesa de jantar e contei para os meus filhos a proposta da Ivana.
terça-feira, 16 de outubro de 2007
o hexagrama 16

Pois antes da peça, acordada, estava no bar dos Parlapatões com um amigo. Na madrugada, heróicamente esperando a minha hora chegar no Dramamix. Já tinha visto umas trocentas peças, já tinha falado tudo que podia quando olhei para o chão e vi. Três moedinhas uma ao lado da outra. Firmei os olhos, ando meio cega, acho engraçado não enxergar direito. Eram as três de um centavo, bem pequinininhas. Peguei, estranho achar moeda de um centavo, que não vale nada, elas nem existem mais. As três de cobre, marronzinhas. Mostrei ao amigo. "Olha o que tava no chão". Ele me olha intrigado. "Moedas?". "É". "Joga", ele mandou. "Ichingui da peça que vai começar daqui a pouco?". "É", ele respondeu. "Manda bala aí", ele disse, pegando meu caderninho para escrever. Jogue as moedas.
Fui lançando as pequeninas na mesa conforme ele mandava. Ele escrevendo no caderninho, até que parou. "Pronto". "Que você fez?". "O seu ichingui". "Que é mesmo isso?", perguntei. "Uma hora você descobre", ele falou. "Guarda".
Esqueci. Assisti a peça, fui dormir, trabalhei, dirigi, reuniões, encontros, jogo de filho, um monte de coisas. Até que encontrei elas. A Silvia e a Fran, minhas melhores amigas. E ao olhar para elas, lembrei. "Gente!".
"Que foi, Lúcia?". "Tenho um enigma para vocês". Elas adoram esse assunto, como todas as meninas do mundo. O que eu tenho de errado que não entendo dessas coisas? "Antes de ontem eu fiz um ichingui. E vocês tem que desvendar pra mim". Elas se iluminaram, oba, ichigui. Ichingui sempre gera uma expressão súbita numa mulher. Reparem.
Pegaram uns livros e puseram-se a analisar. O tom da conversa mudou, era muito mais sério do que qualquer um podia imaginar. Talvez uma missão, um encargo, um mandato. Eu estava meio brincando, elas não. Um ichingui surgiu na vida da Franka. Aquilo era sério demais, talvez o sinal para aquela descrédula tomar jeito.
"Franka, é o dezesseis. Entusiasmo", disseram.
Elas começaram a falar tudo ao mesmo tempo. E ler o livro pra me contar. Óbvio que não me lembro de nada. Tentei filmá-las falando, disseram que eu estava em outro canal. Que eu procurasse no Gugol depois. Tá, tentei. Parece que sou capitã de um exército.
Amigas. Hahaha. É claro que eu tava entusiasmada, ora. Iam encenar uma peça minha. Demais esse negócio de ichingui, acho que vou fazer sempre com minhas moedinhas. Mas olho o hexagrama e interpreto do meu jeito. Só uma porteirinha fechada. Só uma, gente. Facinha essa vida.O hexagrama 16 é formado por Trovão sobre a Terra. O trovão é visto pelos chineses como algo que pode despertar o entusiasmo. A queda de um raio pode despertar aquele que estava desanimado. Agora vejam pra que o entusiasmo seria necessário:
Entusiasmo. É favorável designar ajudantes e pôr os exércitos em marcha.
Em tempo: o I Ching foi a maneira que o Rei When, enquanto estava prisioneiro, encontrou para escrever seu plano de fuga, de tomada do poder e de governo, de forma a não despertar suspeitas... Não é à toa que era uma das leituras obrigatórias para os soldados japoneses durante a segunda Guerra e para os revolucionários de Mao...
O hexagrama 16: Inspiração avisa: Às vezes as forças que impedem a ação podem ser benéficas. A energia é conservada para o futuro.
hexagrama 16: Repouso (antecipação - felicidade). O repouso beneficia aqueles que estão empenhados em fortalecer o país e despachar exércitos.
Hexagrama 16: Para despertar o entusiasmo, o homem deve ajustar suas instruções ao caráter daqueles a quem vai conduzir. O mesmo acontece na sociedade humana; prevalecem somente as leis enraizadas no sentimento do povo, enquanto que as leis que o contradizem provocam apenas ressentimentos.
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
o "21"


(hahaha, e aqui, em primeira mão, um 'close' das 'frangas da franka' bem na entrada do Dramamix, hahaha, por que tudo comigo é assim?)
sábado, 13 de outubro de 2007
franka não sai mais das satyrianas



Sábado, 13/10/07 - 21h30 hrs
“Os Pais do Santa” (leitura dramática encenada de texto inédito!)
de Antonio Rocco e Lúcia Carvalho.
Com Lulu Pavarim, Ivan Capúa, Javert Monterio, Flávio Faustinoni.
Direção: Antonio Rocco.
Som: Ivan Fagundes.
Domingo, 14/10/07 - 06h00 hrs
(no horário de verão é as 05h00 hrs)
“Vinte e Um”
de Lucia Carvalho
direção: Didio Perini
elenco: Celso Melez e José Trassi
Querem mais? Assistam aqui em baixo o iutube da Franka contando TUDO.
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
terça-feira, 9 de outubro de 2007
o aniversário da franka

segunda-feira, 8 de outubro de 2007
brincadeiras moderninhas
Tá muito na moda agora essas coisa de piscinas com fundo infinito. Muito legal piscina com fundo infinito, inclusive se o infinito da piscina for outra água, seja do mar, represa, rio, lago. Fundo infinito é assim, a água da piscina vai até a bordinha, como se estivesse transbordando. A idéia é fazer de um modo que as águas se encontrem no seu campo de visão, a da piscina e a da vista. Mas um dia meus filhos descobriram uma coisa engraçada. Se eles, de dentro da piscina, chegarem até a borda com um impulso forte, a água cai para fora e parece que eles estão vomitando. Bleargh, eles berram, impulsionam, "vomitam" e morrem de rir. Ficam fazendo aquilo e rindo horas e horas, a cada vez mais mais aumentando o som, o impulso e o volume de água. Bléééargh, chuááá! Uma vomitaiada geral. Chegam a esvaziar parte das piscinas até se encherem da brincadeira. É engraçado. Brincadeiras modernas de apropriação das 'arquiteturas modernas'. E confesso que faço também. Eu mesma, a Franka. Gargalhando sem parar. É. Nos finais de semana eu fico bem boba. Bleargh, chuááá, beargh, chuááá. Hahahahaha. Como diria meu filho mais velho, "mãe, que tosqueira, mãe...".
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
gente, olha que sensacional
Gente, ontem foi um dia demais pra Franka, fiquei felicíssima: além de assistir ao show do Lulu Santos (que já declarei um dia aqui nesse blog que eu adoro), além de dançar e berrar feito louca (um vexame, provavelmente) ainda fomos ao show com a Eugénia Melo e Castro, que, depois, no Bar Balcão, deu a maior canja e contou um putis segredo pra gente: sabe a música "um certo alguém", do Ronaldo Bastos, que o Lulu canta? Pois a música foi feita pra ela! E vejam, ahá, o que a Franka fez com o seu super-telefoninho: filmou tudo.
Imperdível, gente. E inédito. Adorei a Eugénia, acho que ficamos amigas (tomara que ela tenha gostado de mim também, me esforcei ao máximo para isso). E não foi só essa música que ela cantou, tem muito, muito mais que logo-logo eu iutubo. Eugénia, foi lindo, lindo e... (ixi, será que eu posso divulgar aqui tudo sobre o show? Será que ela vai cantar essa música no show?). Fica aqui a pergunta pro empresário dela... quem sabe ele responde... Por enquanto, sintam a simpatia e a alegria da minha nova amiga.
Ah, e o blog dela tá aqui (sim, Eugénia é blogueira como eu!): PoPortugal. Conseguimos convenvencê-la ontem a abrir comentários, ora, lá tem graça blog sem comentários?
E ela finaliza:
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
franka desabafa
terça-feira, 2 de outubro de 2007
cobras de vidro?
domingo, 30 de setembro de 2007
explicações sobre o aniversário do zé
sábado, 29 de setembro de 2007
aniversário em casa
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
o homem xadrez

- Exames de quê? – ela estranhou – Tá doente?
- Não, coisa de rotina. Esses exames de coração, sabe? Aquele aonde eles te enchem de fiozinhos no peito e ficam te monitorando na esteira.
- Ah, sei. Mas eu nunca fiz. Mulher tem que fazer?
- Sei lá. Já é minha segunda vez – ele explicou para ela – E, para colocar os fiozinhos, eles depilam os pelos do peito do lugar. Depilam aqui, colam o fiozinho, depilam ali, colam o fiozinho – ele contou, mostrando os locais sobre a camisa - um monte de fiozinhos que eles colocam.
- Hahaha – ela também riu da imagem que apareceu na cabeça dela – e... dava pra “jogar” em você?
- Não ri, aquilo estava horrível demais. Não dava para ficar daquele jeito. E então eu fiz uma coisa que eu nunca fiz - ele contou, animado e corajoso, empertigando-se - peguei a espuma e o aparelho de barba e chuuuuu... Resolvi tirar todos os pelos do peito. Tooodos. Enchi tudo de espuma, olhei para o espelho e... lá fui eu.
- Uau. Raspou tuuudo?
- Médio. Fui raspando, raspando, raspando o peito todo no maior capricho. Uma hora parei, lavei e me olhei no espelho.
- E?
- Nossa, eu fiz um quadrado. Um putis quadradão. Olha. Você não imagina. Ficou mais ridículo ainda. Eu ali com aquele quadrado branco sem pêlos no meio do peito.
- Hahahahahaha.
- Me deu um desespero. Peguei de novo a espuma de barba e o barbeador. Espalhei tudo, tudo, pela barriga toda, pelo corpo.
- Hahahahahahahahahaha.
- Nossa, que coisa engraçada. Sabe qual era a sensação? Que eu nunca ia achar um fim, e que a cada raspagem eu ia ter um desenho no corpo. Onde isso acaba? Onde, onde, ooonde?, eu pensava, desesperado, pra onde eu tou indo? O que eu vou virar? Meu Deus! Eu ali me depilando todo! De uma hora para outra! - ele me olhou fixamente - Olha. Sério, não ri. Parecia um pesadelo.
- Hahahahahahahahahahahahahahaha.
- Mas naquele momento não dava mais para voltar atrás! Fui indo, indo, indo... – ele contava, dramaticamente, como se passasse um barbeador imaginário no próprio corpo - indo, indo...
Ela interrompeu.
- Tá, tá. E como você parou?
Ele suspirou, conformado.
- Bom. Tirei tudo da barriga, tudo o que havia, e resolvi uma coisa: que eu ia tirar dos lados e de cima até onde eu enxergasse.
- Hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahah.
- E tirei até aqui ó – ele me mostrou a parte de cima do ombro – Quando eu não enxerguei mais, parei. Olha. Eu tou com um tipo de depilação bem, mas bem estranha... - ele respirou fundo - mas é o máximo que um cara sozinho e solteiro como eu consegue chegar para não ficar xadrez e quadrado.
três zero vinte um

terça-feira, 25 de setembro de 2007
uma conversa entre adultos
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
ventus em perdizes

quinta-feira, 20 de setembro de 2007
credo em cruz

quarta-feira, 19 de setembro de 2007
olha as coisas que eu me meto

Ela me ligou um dia perguntando se eu toparia dar uma entrevista. Explicou que a loja Tokstok estava fazendo uma revista-catálogo, e que essa revista seria editada e publicada pela Editora Abril, onde ela trabalhava. "O que eu tenho a ver com a revista catálogo da Tokstok?", perguntei. "Você tem algum móvel da Tokstok na sua casa?", ela indagou. Ora, quem não tem? Quem, da nossa geração, não comprou alguma coisa nessa loja quando se casou? "Tenho um monte, claro", respondi. "São novos ou antigos?", ela quis saber. "Todos antiquíssimos", falei, "uns até bem despencados". Ela explicou, "vamos fazer uma matéria sobre pessoas que tem móveis da loja há muitos anos, a matéria se chama 'esse móvel tem história'. Estamos atrás de pessoas que contem as histórias desses seus móveis. Você quer contar?". Epa, contar histórias e me meter numa coisa divertida dessas é comigo mesmo. Topei na hora, pensando sobre qual "móvel" velho eu ia falar. Imagina que engraçado pensar um móvel velho meu da Tokstok na revista da Tokstok. Meio absurdo, mas demais. Rodei pela casa escolhendo, e optei falar do móvel que hoje é o bar do Zé. Compramos um dia para servir de guarda-louça, uns... duzentos anos atrás. Chegamos em casa para montar e estava escrito na caixa que aquilo era uma "biblioteca", ou melhor, uma "biblioteca exposant" (nome hilário para um móvel, aliás, pensem, aguém já viu um móvel que tem nome e sobrenome?). Mas mesmo sendo chamado "biblioteca", servia ao propósito que precisávamos: guardar a louça. Fomos mudando de casa, a tal da biblioteca exposant sempre indo junto. O pior foi que o nome ficou até hoje, impossível esquecer aquilo. A repórter gostou da idéia. Veio aqui de caderninho e com um fotógrafo a tiracolo. "Vamos tirar uma foto sua com o móvel?", pediu. Tai, ó, a minha matéria com direito a foto destarjada tomando cafezinho. Clicando na foto dá pra ler o texto. Hahaha. Eu e meu móvel na revista da Tokstok. Olha a frase das aspas. "A etiqueta dizia Biblioteca Exposant, achei engraçado aquele nome chique". Bem eu falando mesmo.
terça-feira, 18 de setembro de 2007
franka e a lata de goiabada
afe, ô coisa mais complicada que é colocar targinha em iutube...
Compramos, num posto da estrada, uma goiabada para comer de sobremesa na praia. A goiabada veio numa lata quadrada e funda, diferente das goiabadas em lata de antigamente, aquelas redondinhas iguais a uma pizzinha, da "Cica". Depois do almoço, abrimos a tal lata. Gente, é obvio que numa lata quadrada a goiabada é quadrada, dãr para mim, mas sério, olhar uma goiabada quadrada me deu o maior susto da paróquia. Goiabada quadrada? Foi quando essa coisa da lata de goiabada, esse lance do formato das coisas, me veio à cabeça junto com a minha profissão. Afinal, não parece mas eu penso em arquitetura o dia todo.
- Edu, olha... isso é igual ao que a gente faz... - e eu mostrei a lata para ele - veja, nós, arquitetos, fazemos apenas isso, latas de goiabada. Pense, nós, humanos, somos a goiabada. As nossas casas são as latas. A gente envolve as pessoas em recipientes. E é só isso. Se somos quadrados, nossas latas são quadradas, se somos redondos, as latas são redondas, e, se não somos nada, o arquiteto resolve como é a lata que ele vai nos enfiar.
- É mesmo... - ele riu.
- Agora, o maluco é que, quando vemos - como vimos aqui na praia outro dia - uma casa com cara de "lata de goiabada", daquelas casas que são como cubão enorme e moderno, a gente mete o pau, implica, acha horrível. Pensa que maluquice, somos completamente loucos! Fazemos latas de goiabada, mas fingimos que elas não são latas de goiabada. Não pode parecer lata, entende?
O Edu pensou melhor.
- Não, não é bem fingir. Nós disfarçamos as latas, é isso. É como comida, ninguém quer comer comida crua, carne crua. Tem qua caprichar bastante, transformar o desejo numa coisa bonita, gostosa de comer.
- Ora. Como o molho de tomate - disse a Sílvia - O molho de tomate é só tomate, e depois vira aquela maravilha.
- Isso mesmo - conclui - Nós, arquitetos, fazemos latas de goiabada com sabor de molho de tomate.
Mas na hora me veio uma estranha dúvida sobre essa estranha e esdrúxula teoria.
- Ou não?
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
fui
cada um com suas criações

quarta-feira, 12 de setembro de 2007
os caderninhos da franka

terça-feira, 11 de setembro de 2007
planta-perigo

domingo, 9 de setembro de 2007
ixi, franka deu um putis fora

sexta-feira, 7 de setembro de 2007
ivam e o sexo oral
Eu tava nos Sátyros outro dia conversando com o Ivam Cabral, meu amigo, de quem sou discípula. Ele, de novo, o Ivam... Ele é sempre super assediado, conhece Deuseomundo e fala com Deuseomundo. No meio da nossa conversa passou uma moça, acho que atriz do grupo dele, e disse algo assim, rapidinho: "Ivam, tou indo embora, a gente se vê amanhã. Não esquece que temos aquela reunião e que precisamos urgente falar de sexo oral. Um beijo e tchau". E saiu andando pela calçada, toda pirilampa. Como se fosse a coisa mais normal do mundo declarar um assunto desses diante de uma mesa cheia de gente. Olha. Eu esqueci completamente o que eu tava falando e olhei para o Ivam: "Ivam, dálicença, mas acho que nunca ninguém precisou falar urgente de sexo oral comigo, pô. Que coisa mais chique, mais moderna. Você é realmente um cara além do seu tempo, estou me sentindo uma freirinha. Como assim? Explica!". Ele riu, disfarçou que eu percebi, mas não me explicou porque tinha que falar de sexo oral com a atriz. Olha, ou é um segredo profissional ligado à algum espetáculo ou talvez um hábito dos atores da Roosevelt, vai saber. E, provavelmente para me despistar ele contou essa história (ótima, por sinal, perdoem minhas gargalhadas no meio do filme) ai acima, essa que eu fiz o iutube, falando desse assunto. Mas não sei não... Alguém vai ter que me explicar porque eles tinham que falar de sexo oral na tal reunião. Pô, eu também quero ser moderna. Eu também quero que alguém precise urgente falar de sexo oral comigo. Poxa. Hahaha. Chega de ser a Irmã Franka.
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
o dia que não existe

quarta-feira, 5 de setembro de 2007
um puta momento
Gente, o meu amigo Ivam Cabral está concorrendo ao maior prêmio de cultura do país. Prêmio master-prime-blaster-mega-super-hiper Bravo. Olha aí que demais. E eu filmei esse puta momento. Tou torcendo por eles, fiz um iutube especial só pra isso. Ivam, Cleo, Satyros todos, tô torcendo muuuito por vocês. Do fundo do meu coração também.
terça-feira, 4 de setembro de 2007
palavras de desordem
Foi outro dia, quando assistia um jornal de notícias na tv que o Zé errou. O Romário apareceu e ele fez um comentário.
- "Xô à amamentação!".










